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Amar-te-ei sempre.

domingo, 2 de agosto de 2009

Poesia Da Ju

Entre graças e delicadesas
e tentativas que não ganham nada,
eu efusivo derramo todo charme
em palavras doces sobre as coisas boas da vida.

Descubro coisas que eu já sabia,
mas ela diz
em pura franquesa
que na poesia que vivo
a morte é pateta.

estranho seria se Nando Reis não cantasse
e não amasse aquele All star azul
tal como se eu não estranhasse e nem queresse
esse sorriso que numa só palavra se define:
Jú.

estranho.

eu amo conhecer pessoas
e descobrir sorrisos.
eu me divirto.

Raniere RAmon

quinta-feira, 25 de junho de 2009

ANA

Ela veio vestida de branco
Mordia os dedos e parecia morrer.
Olhos tristes eram os seus,
mas não os pertencia.

Paixão a primeira vista!

Ela sorria e dizia coisas da vida,
Eu me encantava e gozava suas palavras,
Ela sofria,
E eu, bobo, cantava Nando Reis...
Ela cantava comigo e eu não percebia.

Ela amava,
Mas quis matar o amor,
Eu também quis o matar.

Ela tem Alma de Ana e corpo de Luiza
Ana parece homem, Luiza anjo.
Um Anjo com traços mortais.

Por trás do rosto branco e bonito
Eu vi um rosto cansado.
Mas a vida é tão desprevenida Ana, eu disse.
Ela respondeu sorrindo:Eu sei.

Conheci uma mulher na pele de menina
Era anjo bordado em fantasia
Cuja alma tão bela e ele não percebia.

Tolo.

Ana é ouro
Quem dera fosse minha.

Raniere Ramon

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

POETA

Eu sou o proprio sonho,
Ele mesmo, revestido de carne e sangue.
Minha vontade é voar literalmente.
E passar pelos seculos a minha vida.
Eu sou o propio medo,
revestido ele, em gloria e pudor.
minha vontade é ser vento,
Daqueles que sopram e sobram.
Eu sou a propria vida.
Essa coisa embutida no meu rosto.
hoje eu sou carne de pescoço.
E minha vontade suprema é viver.

RANIERE RAMON BRAZ SILVA

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Adversidade do poema

A vida
O sonho
O tempo
O sonho

A tinta
O quadro
O tempo
O quadro

A rua
O espaço
O corpo
O passo

A musa
O brinde
O gole
O fim

Não procure entender.
Tal poesia é pra ser.
Seja sabedor.
Sinta esta dor.
Como doi doer





Raniere Ramon Braz da Silva

Amanda

Paquera


Eu te daria o mundo,
Mas seria perigoso.
Eu Correria o risco,
Mas não sei se valeria a pena.
Tentaria um pouco,
Mas talvez não desse tempo.
Seria tudo ou nada.
O que seria?
Nada?
Tudo?
Preferiria a duvida,Mais iria doer.
Pule do muro se não eu te empurro.


Raniere Ramon Braz da silva

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

POEMA DO VERSO

Poema do verso

Gozei escrevendo.
Mamei seus seios imensos.
E penetrei na alma armada, poesia.

Gritei de dor e prazer.
Cantei e amei .
Cantei e mamei.
Cantei e deixei ser cantado.

O verso é torto,É todo loco,
E eu to gozando ao escrevê-lo.
_ que prazer!
_que dor.

Raniere Ramon Braz da silva

o grito

Grito para tentar ser ouvido...quem sabe um dia,Mas o meu grito é solitário e sem eco...eu grito sozinho.Grito, não porque gosto, mas porque preciso.É 'gritar ou morrer'...é 'gritar e viver'!Grito para expressar a dor de minh'alma.Grito para ser amado, visto, sentido, tocado.Grito, para continuar vivendo, me sentindo, me percebendo...existindo...Porque o meu grito é de dor, de clamor, não de pavor e pede socorro, clama ajuda...Meu grito não me liberta, mas me alivia; não me traz cura, mas me traz calma...Quando grito, é que eu me revelo, me mostro como sou...O meu grito me me revela, me mostra frágil, me revela humano, carente, amante da vida...e que por tanto amá-la, precisa gritar e expulsar o que a sufoca e intimida...Meu grito não me encerra a angústia, mas me dá paz...Momentânea paz! Eu grito..."


Eu chorei com esta poesia.
Autor Irreconhecível