domingo, 27 de julho de 2014
Um Sonho
O garoto mais bonito que eu conheço
não é nenhum top, nem engata tantos olhares quando passa por aí
O garoto mais bonito que eu conheço
nem acha que é bonito.
Acha graça e não acredita
quando eu à digo assim
O garoto mais bonito que eu conheço
não faz nada para parecer bonito,
não usa roupas da moda,
não vai pra academia.
O garoto mais bonito que eu conheço simplesmente sorri,
e, quando sorri,
ele é o garoto mais lindo do mundo!
Paula Batista
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Dom
Por trás deste universo de aparências
destas façes desfalecidas e transfiguradas
entre versos que dedicas ao que é raro
pedes ao impossivel que o tempo volte
para que quem sabe sua vida se deparasse
com as estrelas que estão nos olhos da moça bela Lisbela
queres o mar
o sol
o ar
Ramon Raniere
destas façes desfalecidas e transfiguradas
entre versos que dedicas ao que é raro
pedes ao impossivel que o tempo volte
para que quem sabe sua vida se deparasse
com as estrelas que estão nos olhos da moça bela Lisbela
queres o mar
o sol
o ar
Ramon Raniere
Lisbela
Ela que penetra o doce mar e o céu
Do meu querer que esta em todo
Ar que palpita em meus pulmões .
Os teus verões eu quis viver
A beira mar , sob o luar
Entre pernas e delicias
De uma rima só
Que seja rara
Como a alma clara
Da doce bela moça Lisbela.
Ramon Raniere
domingo, 27 de dezembro de 2009
Lisbela bela
Lisbela
Acredite .
No espaço que há entre o medo e a ausência
Sobrevive sobre versos de fibra humana,
A esperança de encontrar vida num perdido universo plano.
Dom e Lisbela foram dois
Numa noite perdida do verão,
Quando o inesperado entrelaçou os próprios dedos
Com o prazer de não ter sido em vão.
Raniere Ramon Braz da Silva
Acredite .
No espaço que há entre o medo e a ausência
Sobrevive sobre versos de fibra humana,
A esperança de encontrar vida num perdido universo plano.
Dom e Lisbela foram dois
Numa noite perdida do verão,
Quando o inesperado entrelaçou os próprios dedos
Com o prazer de não ter sido em vão.
Raniere Ramon Braz da Silva
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Epidemia
Epidemia
Quero sol, mar, lua, luar e vida.
Quero noite, dia, pose e magia.
Quero peito, colo, flores, vagina.
Quero fita, tintas e espelhos.
Quero zelo, quero tê-la,
Dor de cotovelo.
Meu desejo,
Amidalite dantesca
(epidemia)
Porque Querer é o vicio da existência humana.
Raniere Ramon Braz da Silva.
Quero sol, mar, lua, luar e vida.
Quero noite, dia, pose e magia.
Quero peito, colo, flores, vagina.
Quero fita, tintas e espelhos.
Quero zelo, quero tê-la,
Dor de cotovelo.
Meu desejo,
Amidalite dantesca
(epidemia)
Porque Querer é o vicio da existência humana.
Raniere Ramon Braz da Silva.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Posso ser assim meio desmedido, às vezes fora de serie e sentido, muito embora eu pense muito a respeito das coisas que me cercam e que me tocam de alguma forma. Posso não ter muita razão na maioria das vezes e nem quero tê-la sempre porque se fosse assim não teria sentido existir. Prefiro navegar pelas águas nem sempre calmas da reflexão que permanecer estático ao sistema trágico que nos envolve, nos consome e cada vez mais nos paralisa. Algumas pessoas preferem malhar músculos e delinear cílios,eu prefiro exercitar a mente e transfigurar o meu espírito até que transborde em mim a plenitude da palavra. Eu decidi ser como sou. Para tanto,preciso descobrir como sou.pois o auto conhecimento poderá me levar ao ponto Maximo da minha existência.
Ramon
Ramon
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Resta-me a palavra,
O verbo.
Devaneios e notas
Que sopram
O amor
Na dor
De amar
E querer
Ser amado.
Jazigo de ser
Na vida
Bem querer
De outro.
Resta-me o texto
O elo escrito do ser e matéria
Eu lírico
Eu ridículo
Eu poeta
Prefiro ser
O ato
O fato consumado
O traço humano
Na guerra
Prefiro ser
O prazer do pecado
O condor
A lira
Que venha a liberdade
Resta-me
A verdade de ser na vida
Um pobre coitado
Não obstante
A certeza de ter um espírito nobre.
Raniere Ramon Braz da Silva
O verbo.
Devaneios e notas
Que sopram
O amor
Na dor
De amar
E querer
Ser amado.
Jazigo de ser
Na vida
Bem querer
De outro.
Resta-me o texto
O elo escrito do ser e matéria
Eu lírico
Eu ridículo
Eu poeta
Prefiro ser
O ato
O fato consumado
O traço humano
Na guerra
Prefiro ser
O prazer do pecado
O condor
A lira
Que venha a liberdade
Resta-me
A verdade de ser na vida
Um pobre coitado
Não obstante
A certeza de ter um espírito nobre.
Raniere Ramon Braz da Silva
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
PAIXONITE
Um Coração apaixonado
Vê cego e no escuro a esperança de um beijo
Numa noite enluarada.Cego sentimento,
mas não sede ao tempo.
O tempo faz parar.
Desce o sol do céu ,
Rompe noite e madrugada .
Apaixonado joga o tudo ,
sempre o tudo, Nunca o nada.
Olhares,
Lugares,
Sonhos bons,
Noites claras,
Perfumes de todas as flores.
Rimas raras.
Raniere Ramon
Vê cego e no escuro a esperança de um beijo
Numa noite enluarada.Cego sentimento,
mas não sede ao tempo.
O tempo faz parar.
Desce o sol do céu ,
Rompe noite e madrugada .
Apaixonado joga o tudo ,
sempre o tudo, Nunca o nada.
Olhares,
Lugares,
Sonhos bons,
Noites claras,
Perfumes de todas as flores.
Rimas raras.
Raniere Ramon
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Seleção Natural
Eu escolhi você pra ser pra mim
o quer que seja .
Fitei seus olhos e percebi os seus nos meus
afim de tambem me escolher.
Alma perfumada
pelo zelo e a beleza das palavras
tem um gosto doce de liberdade
coração de um tempo alem do meu.
que perfume
D' alma rara.
Raniere Ramon Braz da Silva
o quer que seja .
Fitei seus olhos e percebi os seus nos meus
afim de tambem me escolher.
Alma perfumada
pelo zelo e a beleza das palavras
tem um gosto doce de liberdade
coração de um tempo alem do meu.
que perfume
D' alma rara.
Raniere Ramon Braz da Silva
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